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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

VÍDEO-AULA 26: UH BATUK ERÊ: UMA AÇÃO NA COMUNIDADE

Uh Batuk Erê é um projeto idealizado em uma comunidade carente de SP que tem como objetivo busscar o diálogo e a parceria com a comunidade local,mudando o comportamente dos atores envolvidos de uma maneira favorável.Isso só foi possível realizar através de encontros de formação, oficinas e fóruns comunitários através da ARTE( mediadora do multiculturalismo presente em nossa cultura).
Buscar a parceira da comunidade no entorno da escola é um grande passo para que possamos mudar a realidade da vida de nossos alunos e consequentemente do ensino dentro de nossas escolas.

VÍDEO-AULA 25: RELAÇÕES COM A COMUNIDADE E A POTÊNCIA DO TRABALHO EM REDE

Nessa vídeo-aula a Prof°Patrícia Junqueira Grandino explanou sobre o tema nos seguintes aspectos:
Tempo de Paradoxos:Nos últimos 35 anos ocorreram notáveis descobertas e progressos científicos e crescimento econômico.
Tensões:
-Cultura de massa x cultura local: tornar-se cidadão do mundo sem perder referências e pertencimento a comunidade de origem.
-Tradição x Modernidade: construir sua autonomia em dialética com a liberdade e a evolução do outro, dominar o progresso científico.
-Competição x Igualdade de oportunidades: conciliar a competição que estimula, a cooperação que reforça e a solidariedade que une.
Vivemos um tempo de fragmentação no qual a realidade é multifacetada e a sucessão de eventos assume um ritmo frenético.
Mais de 90% dos lares brasileiros tem televisão. Acompanhamos em tempo real os acontecimentos do mundo, ressoando em cada um de nós o impacto disso.
Com a cultura de massa dissiminando valores e modo de existir generalizados, onde corre-se o risco de descaracterizar a essência da individualidade de cada pessoa e de cada grupo, temos por outro lado uma condição de acentuação maior das identidades locais.
A importância para os jovens de grupos de pertencimento com identidades próprias, ex: emos, skatistas, surfistas, enfim, composições grupais- sentimento importante na constituição de suas identidades.
A 3°tensão: competição x igualdade de oportunidades
“A competição não na sua forma destrutiva, mas de maneira estimulante, pode servir como desafio, como um instigado desejo de pessoas, grupos, alcançarem objetivos. E por outro lado é preciso desenvolver as outras formas de relacionamento mais participativos, cooperativos e que pressupõem um laço social mais compartilhado e efetivo. Essa tensão nos possibilita perceber a importância do trabalho com comunidades.”
De que comunidades estamos referindo?
Comunidade: espaço social de garantia e exercício da cidadania, pois é o local onde as relaçãoes se estreitam , a presença da afetividade e sentimento de pertencimento são evidentes.
A potência do trabalho em rede:
Pensar a escola como um pólo de irradiação e de aglutinação desses recursos, que possam fortalecer a implicação desses diferentes atores com as questões dessa comunidade e os aspectos de enfrentamento dos problemas dessa comunidade.
É possível uma problematização de qualidade dos problemas dessa comunidade. Uma reflexão compartilhada de um mesmo problema com educadores, profissionais de saúde, alunos, pais e conselheiros tutelares.
Trabalho em rede:
-Potencializar os recursos da comunidade
-Fortalecer a implicação dos diferentes atores de uma comunidade
-Problematizar as questões emergentes da comunidade coletivamente
-Identificar estratégias de enfrentamento compartilhadas
Ex: Alunos que possuem dificuldades nas relações interpessoais
Quais as pessoas que poderiam ser convocados a participar dessa discussão e operar no sentido de pensar estratégias de intervenção para essa realidade ?
Atores potenciais: professores, conselheiros tutelares, líderes religiosos, mães, pais, avós (a importância nessa perspectiva da tradição, as relações inter geracionais e o ganho que elas podem oferecer num trabalho de acolhimento e fortalecimento dos vínculos), educadores sociais, agentes comunitários de saúde, adolescentes, universidades.
Organização de um plano de atividades ativas e participativas sobre a temática tais como: discussão sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, oficinas de pais e educadores e formação de alunos multiplicadores para disseminarem a solidariedade, a prática da cidadania.
Com um trabalho efetivo em rede será possível disseminar atitudes que levem esses adolescentes a adquirirem valores ideais para a prática da cidadania e tornar-se um ser humano mais feliz.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

VÍDEO-AULA 22: LAZER, JUVENTUDE E ESPORTES





O Prof.Ricardo Uvinha expõe nesse vídeo sobre a importância dos esportes na juventude e a relação juventude- esportes e comunidade .
O jovem relaciona o esporte com o lazer sendo ele espectador ou praticante. Atividades como assistir um jogo de futebol ou voleibol pela televisão ou jogar uma partida com os amigos é uma forma de lazer. È nìtido que a grande maioria dos jovens na fase estudantil gostarem da aula de educação física, ou de torneios estudantis, pois, eles associam internamente essa idéia: aula e lazer. Momento de diversão, onde eles possuem mais liberdade de expressão.
Uma outra relação que verifica-se é a influência dos grupos entre jovens, com características próprias: modo de se vestir,estilo de música, esportes praticados ou danças elaboradas pelo grupo como o o funk, o hip hop, rock etc.Assim, a escola deve respeitar as tribos, pois são representantes juvenis, descartando qualquer tipo de preconceito .
Foi relatado também que quando a família possui as mesmas atividades de lazer mesmo se for um esporte radical , o jovem poderá praticá-lo pelo resto da vida e sempre associará esse momento com o lazer.
A instiutição escolar quando consegue atrair os jovens para a prática de esportes, atrair a família para compartilhar momentos de lazer dentro da escola está desempenhando seu papel sócio-educativo.

VÍDEO-AULA 21:LAZER,CULTURA E ELEMENTOS COMUNITÁRIOS

O lazer é um conjunto de ocupações às quais o indivíduo pode entregar-se de livre vontade, seja para repousar, seja para divertir-se, recrear-se e entreter-se ou ainda para desenvolver sua formação desinteressada, sua participação social voluntária ou sua livre capacidade criadora, após livrar-se ou desembaraçar-se das obrigações profissionais, familiares e sociais. (DUMAZEDIER, 1980, P. 19).

O lazer é uma esfera social significativa das pessoas.
Existem três dimensões vinculadas ao lazer chamadas de 3D's: o descanso, o divertimento e o desenvolvimento.
Existem vários tipos de intereses vinculados a lazer: artísticos, culturais,manuais,sociais,atividades físicas, políticas, turísticos
Tratando-se de elementos comunitários, existem equipamentos de lazer:

· Não específicos – não são constituídos deforma original para esta finalidade, mas eventualmente cumprem o papel (lar, ruas, escolas).

· Específicos – subordinação aos conteúdos culturais do lazer.
Nessa aula , destaca-se o lazer e as relações com a comunidade. O lazer depende da cultura da comunidade, uma esfera social significativa das pessoas.

Os equipamentos de lazer devem atender a população de forma democrática.

É necessário que a escola identifique os equipamentos para usar nas atividades e ao implantar uma nova forma de lazer sempre integrar as formas de lazer que a comunidade dispõe .

domingo, 18 de dezembro de 2011

VÍDEO-AULA 18: A VALORIZAÇÃO DA CULTURA CORPORAL DA COMUNIDADE NO CURRÍCULO ESCOLAR

O Prof°Marcos Neira define nessa aula cultura corporal como o conjunto de conhecimentos que envolve brincadeiras, danças, lutas, ginásticas e esportes. Todos os grupos culturais possuem uma parte da cultura que se refere às práticas corporais e atribuem significados específicos a elas.

Cultura e Cultura corporal:
-Concepção dos estudos corporais
-Movimento x Gesto
-Produção da gestualidade
-Textos corporais

As manifestações culturais agregam os elementos da gestualidade sistematizada. Um gesto tem um sentido específico dentro de uma brincadeira, dentro de um esporte, de uma dança.
Leitura da gestualidade: o gesto é um movimento com significado.
O movimento dentro da brincadeira, esporte, dança, da ginástica tem como intenção comunicar. Esse movimento está dentro de um texto, um texto da cultura corporal. Por isso na perspectiva corporal movimento é uma coisa e gesto é outra.
Gestualidade – textos corporais culturais: produzidos pelas crianças, jovens, adultos, idosos, por vários grupos sociais. Essa produção da gestualidade está sempre relacionada ao sentido que aquela prática corporal tem em determinada comunidade. Cada comunidade produz uma gestualidade que lhe permite veicular os significados do mundo.
Andar de skate, jogar futebol, brincar de amarelinha são textos da cultura corporal.

Conceitos extraídos da Teoria Curricular Pós crítica
4 Princípios Curriculares:
-Enraizar as identidades: será que aquelas práticas corporais que escolhemos estão enraizadas, tem relação com essas identidades?
-Justiça curricular: equilibrar as práticas corporais que representam todos esses grupos culturais.
-Evitar o daltonismo cultural: reconhecer o arco-íris de culturas.
-Ancoragem social dos conteúdos: todas as brincadeiras devem estar ancoradas socialmente. As práticas corporais devem ser selecionadas pelo professor tendo em vista a existência dessa prática corporal fora da escola.

Cultura corporal é um patrimônio e precisa ser estudado e compreendido dentro da instituição escolar, entendido .
Abaixo algumas orientações didáticas sobre essa temática:
-Mapeamento da cultura corporal: procurar identificar quais são as experiências culturais corporais que as pessoas da escola acessam. A partir desse mapeamento vamos selecionar as práticas corporais que serão trabalhadas no currículo. Por exemplo trabalhar com esse artefato da cultura corporal: o pião.

-Ressignificação das práticas corporais: as crianças na sala de aula compõem uma microsociedade multicultural. Esse pião é ressignificado de várias maneiras.

-Aprofundamento dos conhecimentos: produto de pesquisa que fizeram sobre o pião.

-Ampliação: crianças indígenas brincando de outra maneira com o pião fizeram com que ampliassem o significado ao redor desse artefato.

VÍDEO-AULA 17: TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS, CURRÍCULO E CULTURA

"Com a democratização do acesso, adentraram à escola representantes de grupos culturais, até então, alijados desse direito. Se outrora, os conhecimentos socializados pelo currículo advinham dos grupos situados em condições privilegiadas sem qualquer questionamento, neste momento, tal perspectiva enfrenta o desafio da sociedade multicultural.
É lícito que as políticas em torno da reconfiguração social atravessam inevitavelmente o debate curricular. A partir daí, foi gerado um certo consenso que afirma a democratização dos conhecimentos no currículo como ação em prol do reconhecimento das diversas culturas que compõem a sociedade. Alinhando-se a esse movimento, uma transformação curricular implicará não somente no estudo do patrimônio cultural dos grupos desprovidos de poder, como também, na desconstrução crítica dos conhecimentos oriundos da cultura hegemônica. "



Nesse vídeo o Prof. Marcos Neira escolheu alguns itens para expor de como a sociedade vem se modificando através dos tempos.
Veja:

1-Globalização: há autores que dirão que ela remonta ao século XVI, XVII com a circulação de bens e serviços. Porém tratará da globalização nos últimos 50 anos. E sobre isso fez menção ao self-service e, também, que acompanhamos algo do outro lado do mundo ao vivo. Pela primeira vez nos deparamos com o outro, em qualquer lugar, cotidianamente e quase que o tempo inteiro.
2-Contexto democrático: a sociedade veio lentamente se democratizando. Hoje temos um público na escola, que até um tempo atrás não estava presente.
3-Sociedade Multicultural: uma sala de aula é um contexto multicultural. Uma família também. São campos, terrenos, territórios culturais absolutamente distintos.
4-Função social da escola: garantirá experiência social, uma circulação na esfera pública de maneira mais qualificada. É preciso selecionar determinados elementos para colocar dentro da experiência escolar.



Na teorização curricular contemporânea a maioria dos textos vem dividindo as teorias curriculares em três grandes grupos:
Teorias curriculares
-Teorias tradicionais: objetivam recortar uma parte da cultura erudita e não colocam em xeque o valor desses conhecimentos, tem que, simplesmente, ser aprendidos.
-Teorias críticas: nas décadas de 60, 70 e 80 o modo tradicional de entender a escola e o currículo passou a ser fortemente questionada, a experiência escolar era para manter a sociedade dividida em classes sociais. Das décadas de 60 a 80 ebulição de teorias, e críticas ao emprego do currículo como instrumento para manutenção das desigualdades sociais. Assim produziram a teoria crítico-reprodutivistas que colocavam em xeque os conhecimentos que iam para dentro do currículo.
-Teorias pós-críticas: Não somente as relações de poder baseadas em questões de classe que interferem na seleção de conteúdo. Ensinamos alguma coisa enquanto prática social, esta teoria está impregnada de classe, etnia, gênero, local e faixa etária.

Cultura: Definições em diferentes épocas
-Cultuar, cultivar (Grécia Antiga)
-Estado de Espírito (França, sec XVIII)
-Associada à razão e civilização (Iluminismo)
-Fator de identidade nacional (Alemanha, sec XIX)
-Modo de produção de classe (Inglaterra, sec XIX)

Mas foi no sec.XX, graças aos antropólogos, que o conceito de cultura ganhou força e chegamos ao que hoje se pensa.
Cultura, o olhar da Antropologia:
-Evolucionista: (Tylor)
-Relativista: (Boas)
-Funcionalista (Malinowiski)
-Sistêmica (Durkheim)
-Interpretativa (Geertz)
A partir dos anos 50 surge cultura como campo de luta para validação de significado.

Cultura, o olhar dos estudos culturais:
-Campo de lutas (Hall)
-Incorporação
-Distorção
-Resistência
Negociação

As lutas simbólicas se dão por quatro caminhos: incorporação, distorção, resistência e negociação.
As representações de mundo que circulam na cultura erudita são negadas pela cultura popular.
Mas há exemplos de incorporação nas práticas culturais, através da negociação e resignificação:
– futebol que era da elite (escola burguesa inglesa),foi incorporada pelas camadas populares.
-carnaval que era das camadas populares, foi incorporada pela elite.
Nesses dois casos o patrimônio cultural do outro, é apropriado, mas não da forma como o outro concebe, de uma forma negociada, negociando significados que atravessam esse patrimônio cultural.

VÍDEO-AULA 14: A cartografia e a representação de lugares

" Universo educativo: É o formado por um conjunto de instituições e meios educativos intencionais e com objetivos definidos que não fazem parte do sistema de educação formal. É a educação não formal
O papel da escola: a escola proporciona novas formas de interações, quando a criança estabelece com seus pares, com os adultos ou vivencia outras situações. As atividades de aprendizagem estimulam comparações das ações vivenciadas, relações entre as hipóteses conceituais e organiza-se os pensamentos mais complexos."

Nessa aula a professora Sonia Castellar faz o estudo da cartografia e a representação dos lugares.
Isto é, dar sentido aos lugares de vivência das pessoas e associar isso a cartografia ao entender que um mapa tem a mesma função de um texto pois, através de sua leitura, pode-se fazer interpretações do forma crítica, percebendo-o ideologicamente e descobrindo suas intenções e opções teórico-metodológicas.



Um mapa pode revelar, para além dos acidentes geográficos, a sociedade e a história do espaço ou lugar por ele representado.
Fazer da cidade um objeto de educação geográfica significa superar, portanto, a superficialidade conceitual e levar o aluno à compreensão dos saberes que ela (cidade) traz em suas estruturas físicas e social.






Aprender NA cidade (entorno), DA cidade (como fonte educativa) e A cidade (como objetivo e conteúdo).

VÍDEO-AULA 13 : EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA, ESTUDO DA CIDADE E O USO DA CARTOGRAFIA

Nesse Vídeo, a ProfªSonia Castellar da Univ. de São Paulo nos leva a reflexão de como trabalhar a cidade como projeto educativo, ou seja pensar num curriculo integrado da escola a partir do estudo centrado na cidade. Pensar a cidade como lugar de vivência das pessoas, dos alunos e identificá-la , reconhecê-la a partir do estudo centrado na cidade.E esse estudo pode ser feito em diferentes escalas de análise, como pensar o bairro na qual a escola está inserida,ou seja, a idéia de pertencimento. E isso nos leva a várias reflexões:
Que comunidade é essa ?
Que elementos do contidiano estão presentes na escola?
Como posso transformar num projeto mais integrado que vá para além dos muros da escola?
A partir do estudo do bairro poderemos compreender a dimensão cultural, a relação do aluno com o local, a identidade dele, as raízes históricase como se estabelece as relações de vizinhança?
Pensando assim no lugar, na comunidade com uma característica da cidade, é o que chamamos de entorno da escola
Ao estudar a dimensão cultural da escola que pertence aquele lugar, o grupo poderá refletir e levantar dados que mostrem quais são as características daquele bairro diferenciando os valores dos alunos. Para integrar o curriculo a aula deve ser fora da escola, superar os limites do muros da escola. E essa aula pode ocorrer em parques, museus, ida a uma festa local, feiras , casa de cultura e outros espaços do entorno da escola.
O importante dessas ações é que ao sair de uma aula de dentro da escola para outros espaços diferenciais , professores, equipe gestora poderão compreender a realidade do aluno de modo que o trabalhao integrado ao currículo escolar atenda as necessidades reais dos alunos , que possui características muitas vezes peculiares. que Saia de auma aula dentro da escola em outros espaços diferenciais.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

VÍDEO-AULA 10 : DEMOCRACIA E EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

Democracia : é um modo de conduzir vidas. Ou seja, a relação com os outros e com a sociedade aproximam-se das relações democráticas.
Para Dewey, a democracia está associada ao modo de vida., ou seja, é o direito que temos de conduzir nossas vidas da maneira que acharmos mais adequada

. Uma educação democrática tem por finalidade estipular ações que propiciem atitudes democráticas das pessoas que usam o espaço escolar. Nesse sentido, não basta a escola apenas determinar os termos transversais como conteúdo, mas sim traduzir esses conteúdos em ações. Com isso, não é válido um professor discursar sobre democracia e direitos humanos, mas na prática ser autoritário e intolerante com seus alunos. Assim, se a escola quer um ambiente democrático e de respeito, precisa desenvolver projetos que propiciem isso, pois é ensinando os direitos humanos aos alunos que se evita a reformulação deles. Por exemplo se a escola desenvolve atividades que visam ensinar seus alunos o respeito pelas pessoas negras, o índice de discrimição e de racismo dentro de seu ambiente diminui. Dessa forma não há necessidade de que constantemente a escola reafirme explicações que já foram dadas, pois o aluno foi conscientizado através das atividades realizadas. São tantas as conscientizações que a escola pode fazer para evitar casos simples e complicados, basta ter um direcionamento do que quer desenvolver e trabalhar e, não deixar apenas no papel, mas colocar tudo em prática.

VÍDEO-AULA 9: EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA E DIREITOS HUMANOS


A educação comunitária inicialmente associada a uma educação não formal e caracterizada por processos educativos coletivos.
A partir de 1980 caracterizada no contexto escolar a partir de 1990 intensificando pela democratização do espaço e das relações de participação de todos os envolvidos, da melhoria da qualidade da educação.

EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA E DIREITOS HUMANOS

A educação comunitária visa o desenvolvimento de sujeitos que se tornem co-responsáveis pelas ações, relações, conflitos e decisões que ocorrem na comunidade. Para Paulo Freire, Educação Comunitária é usar a história de sua própria região, ou seja, os alunos aprendem na própria comunidade. Sendo assim , a escola deve estar mais próxima da sua comunidade e juntas, articularem meios que proporcionem um efetivo aprendizado aos alunos articulando os conteúdos educativos com a comunidade.


A educação comunitária privilegia outros espaços de aprendizagem além dos muros escolares.

VÍDEO-AULA 6 :EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA E QUESTÕES DE GÊNERO NA ESCOLA

Nessa aula a ProfªValéria Arantes expõe sobre a importância de um projeto de intervenção no cotidiano escolar e sua relação com os conteúdos educativos e com a comunidade.
Relato de experiência: Na escola onde trabalho há um projeto nomeado de Anjos da Escola. O projeto nasceu com o objetivo de levar o jovem com dificuldades de relação interpessoal dentro e fora da escola, a ajudar o próximo que possui maiores dificuldades que ele. Ou seja, os alunos fazem uma visita semanal a uma entidade assistencial, no caso dessa escola o ABA- Associação de Braços Abertos. Nesse dia os alunos com a ajuda do professor- coordenador e outros assistentes da instituição desenvolvem um trabalho entre os alunos de nossa escola e os assistidos pelo ABA . O trabalho realizado tem vários âmbitos tais como : atividades ( pintura, contar histórias, ler um livro, auxílio nos conteúdos educativos entre outros) com as crianças portadoras de deficiência. Com o passar do tempo nota-se uma melhora comportamental de nossos alunos após as ações solidárias e participativas realizadas na instituição. Ou seja, os alunos passam a ter um compromisso com outras crianças da comunidade e consequentemente a postura ética
solidária fica evidente pois,esse projeto motiva a solidariedade e o compromisso social dos jovens frente às realidades apresentadas.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

VÍDEO-AULA 5:O PROTAGONISMO JUVENIL

“Protagonismo juvenil é a participação do adolescente em atividade que extrapolam os âmbitos de seus interesses individuais e familiares e que podem ter como espaço a escola, os diversos âmbitos da vida comunitária; igrejas, clubes, associações e até mesmo a sociedade em sentido mais amplo, através de campanhas, movimentos e outras formas de mobilização que transcendem os limites de seu entorno sócio- comunitário ” (Costa, 1996:90)
O protagonismo juvenil deve priorizar a intervenção comunitária, procurando,com a ação concreta dos jovens, contribuir para uma sociedade mais justa, a partir da incorporação de valores democráticos e participativos por parte dos jovens e da vivência do diálogo, da negociação e da convivência com as diferenças sociais. Assim, o protagonismo juvenil pressupõe sempre um compromisso com a democracia.
Entretanto, para que se desenvolva o protagonismo juvenil é necessário desenvolver um novo tipo de relacionamento entre jovens e adultos, em que o adulto deixa de ser um transmissor de conhecimentos para ser um colaborador e um parceiro do jovem na descoberta de novos conhecimentos e na ação comunitária.
Para que isso aconteça, é necessário, no entanto, que haja uma mudança na visão do educando, em que este possa ser visto como fonte de iniciativa, fonte de liberdade e de compromisso. Isso quer dizer que os jovens devem ser estimulados a tomarem iniciativa dos projetos a serem desenvolvidos, ao mesmo tempo em que devem vivenciar possibilidades de escolha e de responsabilidades.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

VÍDEO-AULA 2: FÓRUM ESCOLAR DE ÉTICA E CIDADANIA

A criação do Fórum Escolar consiste em envolver toda a comunidade escolar: família, alunos,professores,equipe gestora, líderes comunitários, líderes religiosos, comerciantes e outros. Ou seja, todas as pessoas que vivem no entorno da instituição escolar. A atuação do Fórum Escolar promove o diálogo e a busca de parcerias estabelecendo ações durante determinado período através de projetos interdisciplinares e transversais. É uma plenária onde o tema que após definido por todos os envolvidos , estará a par dos anseios da escola , suas atribuições e suas necessidades. A mobilização de todos a partir da transparência nas ações dentro e fora da escola ficam mais evidentes e a contribuição para a construção de um espaço escolar passa a ter a contribuição de muitos cidadãos.

VÍDEO-AULA 1: A ESCOLA E AS RELAÇÕES COM A COMUNIDADE

"A ESCOLA NECESSITA AMPLIAR OS ESPAÇOS EDUCATIVOS, INCORPORANDO OS RECURSOS DA CIDADE E PRIORITARIAMENTE DE SEU ENTORNO NO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS QUE CONTEMPLEM A COMUNIDADE COMO ESPAÇO DE APRENDIZAGEM."
A escola tradicional do séulo XIX como já foi dito , a escola entre quatro paredes não levava a educação além dos muros da escola. Ou seja, hoje há a necessidade de ampliar os espaços de aprendizagem de nossos alunos, ou seja, para além dos muros da escola. Entender o bairro onde a escola está inserida como espaço de aprendizagem é uma das maneiras de levar até a sala de aula questionamentos sobre situações reais.Isso é possível pois, através do trabalho com os temas transversais como meio ambiente, sexualidade, pluridade cultural e outros podemos elaborar projetos que melhorem a aprendizagem de nossos alunos dentro das disciplinas tradicionais, pois, o objeto de estudo está muito próximo deles.Dessa maneira podemo reiventar a escola como um espaço integrado à comunidade . Não podemos esquecer que a escola deve integrar em seu currículo outras atividades sejam culturais ou recreativas. Assim enriqueceremos o currículo escolar com o objetivo do desenvolvimento da cidadania com nossos alunos.

EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA E PARA A CIDADANIA( APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA)

O professor Ulisses Araújo explicita nesse vídeo que no módulo II, será tratado várias abordagens foram feitas com instituições onde o fortalecimento da relação escola e a comunidade podem e devem juntas trabalhar para uma educação de qualidade.